Arquivo da tag: futebol

O assunto do momento é… Futebol

(pintura: Futebol de Aldemir Martins)

“O futebol não aprimora os caracteres do homem, mas sim os revela”(Armando Nogueira).

Mesmo em ano de política no Brasil, onde se noticia até a discussão de uma possível aprovação de Lei na Câmara dos Deputados e no Senado Federal que garantirá aos cidadãos brasileiros o direito à felicidade, o assunto do momento é futebol.

É, meus caros, enquanto artistas e uns poucos políticos estão tentando emplacar uma garantia social de bem-estar para nós, embora soe aos nossos ouvidos um tanto quanto banal e utópico ou até antiquado, o Brasil se prepara ansiosamente para assistir a mais uma Copa do Mundo, desta vez na África do Sul.

Se a felicidade social no Brasil é feita de momentos para alguns, acaba sendo um sonho tornar-se realidade permanente para uma grande maioria excluída de suas garantias sociais como educação, moradia, emprego, saneamento, saúde, lazer e alimentação. Sou da opinião de que esses direitos dão suporte a todo o resto, inclusive a uma vida feliz. Mas, como tudo o que é novo na área política brasileira, a polêmica discussão terá que esperar para ver se engrena de vez.

Nesse intervalo de tempo entre o sonho e a realidade, entra em cena um outro espetáculo da terra, o futebol. Pelo menos no futebol temos alegrias mais estáveis do que na política, embora acusemos o futebol de maquiar escândalos políticos, como foi o caso da copa de 70 em que vivíamos uma forte ditadura. Eram as bolas entrando nas redes adversárias e o Brasil entrando na lista dos países de regime autoritário. Cada gol correspondia a uma censura. A comemoração da vitória era sufocada pela terrível falta de liberdade.

Por outro lado, é preciso confessar que a vida sem futebol não existe para o brasileiro. É o futebol nossa paixão nacional. Avalie o tamanho dessa paixão em tempos de Copa do Mundo. Pode multiplicar por onze que é o número dos jogadores que hão de representar o país pentacampeão de futebol em campos estrangeiros com um jeito todo brasileiro. Os olhos do mundo param por uns instantes e se permitem dar atenção às habilidades originais de nossos jogadores. Costumo dizer que há brasileiridade não apenas em nossa língua, em nossa culinária e em nosso regionalismo, mas também no futebol. É o futebol que exporta a imagem de um país mais feliz para os outros, driblando a imagem de um país campeão em corrupção política e em desigualdade social. A inflação e os grandes impostos, num período de Copa do mundo, pouco importam, esta que é a verdade. A nossa torcida será por uma maior permanência do Brasil no torneio da copa que contará com 32 seleções, pois quanto mais tempo passarmos disputando esta copa, mais tempo ficaremos sentindo o doce sabor de ver ou de assistir as amarelinhas em campo tentando agarrar mais um título mundial de futebol, o hexacampeonato.

Inevitavelmente, em ano de copa, abre-se espaço na realidade da gente para a fantasia, para o encanto, para a arte de mostrar ao mundo um futebol alegre, vibrante e entusiasmado pela vitória, pela glória de mais uma possível conquista.  Se esta não vier, ao menos o futebol, a felicidade fugaz investida nele, os momentos de encontro entre brasileiros para ver os jogos, o abraço entre as pessoas, os gritos de gol, tudo isso, felizmente, sai ganhando e já é vitorioso. Lembrem-se. Para não nos angustiarmos, tampouco nos ressentirmos com a também possível derrota, antes de entrarmos em campo já somos mais que vencedores.

 

Prof. Jackislandy Meira de M. Silva

http://www.twitter.com/filoflorania

 

Etiquetado , , ,

Reações de uma copa

O evento Copa do Mundo no Brasil está nos elevando à condição de sujeitos políticos, incapazes de deixarmos passar batida qualquer informação que envolva gastos públicos com estádios da copa. Nunca fomos tão fiscalizadores dos gastos públicos como agora. Até parece que a população, por conta própria, abriu uma CPI para investigar as obras superfaturadas, não só de construção dos estádios, mas principalmente de infraestrutura das sedes, que se multiplicam assustadoramente às vésperas da copa, quando se acendem as luzes do “grand” espetáculo e se apagam aquelas da indignação.

Essa saudável reação política da população com a copa não é inédita. Tivemos outras copas que também nos fizeram despertar do sono político. O brasileiro é como um jogador em campo; de repente sofre um apagão. Aí acontece um evento fortíssimo que o tira do lugar-comum, daquela sonolência absurda, e o põe numa situação de alerta total.

A reação é legítima, mas não é única. Na copa de 1970, quando fomos tricampeões mundiais de futebol, o cenário político não era dos mais agradáveis. Amargávamos uma ditadura militar sob muita tortura e repressão aos direitos políticos. A população não gozava de liberdade de expressão e era impedida de se opor ao governo Médici, que conduzia o país de forma autoritária por ser considerado um militar de “linha dura”, responsável pela tortura e morte de muitos civis. Mesmo assim, a sociedade brasileira não abriu mão de torcer, sofrer e, no final, comemorar a estupenda vitória da seleção em cima da Itália por 4 a 1. Foi um momento em que o povo, em plena crise política, exultou de alegria.

Inegavelmente, um evento copa, sobretudo quando ocorrido na sua própria casa, guarda um paradoxo sem precedentes. Por um lado, é um momento oportuno para os sanguessugas políticos e donos de empreiteiras aproveitarem os altos investimentos do governo com obras da copa para agenciar iniciativas de ordem político-eleitoral, visto estarmos em ano de eleições no Brasil. Por outro, é tempo de ficarmos ainda mais de olho no que estão fazendo com o dinheiro público e percebermos como os interesses são mesquinhos e cada vez menos coletivos. Daí, durante a copa, não pararmos de fazer a crítica.

O governo aproveita a copa para fazer propaganda eleitoral, responder a oposição na direção de que o país está avançando na economia, oferecendo empregos e melhorando a qualidade de vida, porém o povo também não fica atrás e aproveita para reclamar dos serviços públicos, cobrar de seus governantes o que muito ainda está por fazer na educação, na saúde, segurança e combate à corrupção com reformas políticas.

Infelizmente não correspondemos aos efeitos de um evento copa. Podíamos ter investido muito mais em mobilidade urbana, metrôs, outros meios de transportes, ampliação de aeroportos, modernização das cidades, turismo, etc. Tudo o que a imprensa vem falando faz sentido, embora seja agenciada também por interesses de ordem política e econômica. Por trás dela há muita gente influente.

Parece que só o futebol produz esse duplo movimento: reações contra e a favor da copa. Os que dizem não à copa são movidos por um sentimento politicamente correto de que é preciso não baixar a guarda e gritar as injustiças mesmo durante os jogos, certamente não se envolverão com os jogos, não torcerão. Os que são a favor, e esta é uma maioria afirmativa, irão procurar vivê-la de qualquer modo, com ou sem indignação, com ou sem senso do ridículo. Além disso, o que se espera de um país democrático é que as reações sejam pacíficas e ordeiras.

Para experimentar, de fato, a Copa do Mundo aqui no Brasil com todas as suas demandas é interessante considerar o que disse o escritor colombiano, Gabriel Garcia Márquez, num texto seu chamado “El juramento”, onde descreve a sensação de ter virado torcedor de um time de futebol: “O primeiro instante de lucidez em que me dei conta de que tinha virado um torcedor intempestivo foi quando percebi que durante toda a minha vida eu tive algo do qual sempre me orgulhei e que agora me incomodava: o senso do ridículo”.

Vale a dica: envolver-se com a copa implica desvencilhar-se do senso do ridículo.

Boa copa a todos.

Prof. Jackislandy Meira de M. Silva

Bel. e Licenciado em Filosofia, Bel. em Teologia, Esp. em Metafísica e em Estudos Clássicos

Páginas na net: www.umasreflexoes.blogspot.com; www.chegadootempo.blogspot.com; www.twitter.com/filoflorania

Etiquetado , , ,

“Futebol total” na copa das copas

A alardeada expressão “futebol total” tomou conta do mundo em 1974 por uma seleção que, embora não fosse campeã naquele momento, ainda assim encantaria o mundo com jogadas traçadas de um lado a outro do campo; passes perfeitos de pé em pé cheios de beleza e risco; blocos de jogadores que se deslocavam fácil e sincronicamente da defesa, passando pelo meio, até o ataque, de modo que nenhum jogador parecia exercer uma posição fixa, mas jogavam em todas as posições e ao mesmo tempo nenhuma. Era um futebol vistoso e dinâmico.

Tal seleção era conhecida como “carrossel holandês” pela forma como rodava a bola e invertia as jogadas, aproveitando todos os espaços do campo de jogo. Aliado ao famosíssimo “tiki-taka”, executado recentemente pelo Barcelona de Cruyff e de Guardiola, como também pela seleção espanhola, o “futebol total” oferece características táticas muito presentes ainda hoje no futebol visto em boa parte do mundo, sobretudo agora na copa do mundo de 2014 aqui no país do futebol, onde acontecerá, ao que todos dizem, a copa das copas.

Ao contrário da seleção espanhola, a brasileira não segue britanicamente o esquema tático “futebol total”, mesmo que se percebam fortes características deste futebol no esquema de jogo proposto pela atual seleção brasileira. Veja que o Brasil tem zagueiros, volantes, laterais, meias e centroavante que não obedecem rigorosamente suas posições específicas em campo, e, no entanto, avançam, marcam ou atacam quando convêm. É muito comum num jogo de futebol atual observar estas características que foram preservadas de um estilo de jogo que rendeu importantes títulos a equipes na Europa e em Copas do Mundo até bem recentemente.

Duas equipes carregam especificamente o jeito de jogar vencedor do “futebol total”, o Barcelona e a seleção espanhola, campeã da última copa do mundo.

É óbvio que no Brasil veremos um desfile de volantes fazendo a festa em suas seleções, uma vez que são eles responsáveis pela maior parte das roubadas de bolas, das ligações entre a zaga, meio e ataque, sem contar a truculência da força física. O que impera na presença desse jeito de jogar, que ainda perdura, é um futebol sistemático, extremamente tático, programático e burocrático. Os grandes “meias” não aparecem mais, os laterais que iam ao fundo e cruzavam artisticamente estão em baixa, os clássicos batedores de falta andam ausentes.

Assistiremos a um futebol de muita tática, pouca técnica; esquemas que priorizam a dura marcação em detrimento do bom drible, da ousadia e da individualidade. Prender individualmente a bola é quase proibido.

A seleção brasileira aprendeu muito nos últimos tempos a compactar mais seus jogadores na movimentação em campo, sobretudo quando se desloca ao ataque e quando se desloca para a defesa. Idas e vindas do ataque para defesa a que se cuidar com a organização, a compactação em blocos. A nova onda agora é a marcação sob pressão, executada hoje pela seleção brasileira no amistoso contra a seleção da Sérvia. Algo que o Brasil vem fazendo constantemente em seus jogos. Uma prática que o levou a conquistar a Copa das Confederações ano passado aqui no Brasil.

Diferente de escolas mais sistemáticas, apegadas a um futebol arrumadinho, matemático, repleto de estratégias como a italiana, espanhola, holandesa, alemã; a escola brasileira, contagiada pelo futebol sul-americano dos uruguaios, argentinos, paraguaios e chilenos, acrescenta um estilo de jogo ao “futebol total” que a faz diferente das outras porque agrega habilidade, criatividade, ousadia, beleza, originalidade e efetividade; não por acaso ganhamos 5 vezes.

Vide imagem do campinho (esquema) da seleção holandesa em 1974. Tática pura com excelentes jogadores.

Prof. Jackislandy Meira de M. Silva

Bel. e Licenciado em Filosofia, Bel. em Teologia, Esp. em Metafísica e em Estudos Clássicos

Páginas na net: www.umasreflexoes.blogspot.com; www.chegadootempo.blogspot.com; www.twitter.com/filoflorania

Etiquetado , , ,

Ufa! Conseguimos

Depois de vivermos a “copa” da FIFA com suas exigências astronômicas, conseguimos terminar a arena Itaquerão a tempo para o jogo de abertura. Conseguimos.

A “copa” das manifestações populares que refletem a indignação de muitos, esgotados com o descaso no serviço público e com a corrupção na política, não conteve a paixão nacional por futebol e rendeu-se à força do evento, à importância do momento. Conseguimos.

Não esquecendo ainda a “copa” da direita e da esquerda brasileiras que, escandalosamente, puxa o cordão dos oportunistas visando às eleições deste ano; conseguimos apagá-los do maior espetáculo da terra. Foram ofuscados pela cerimônia, pelo hino nacional e pelo futebol vitorioso da seleção brasileira. Conseguimos.

Conseguimos superar um movimento ousado nas redes sociais e em diferentes mídias que expressavam o desejo extremo de boa parte da população que se dizia contra a copa: “não vai ter copa”.

Superamos até um gol contra de Marcelo, zagueiro da seleção brasileira, no início do jogo ao enfrentarmos os croatas, mas conseguimos abatê-los antes mesmo de tripudiarem sobre nossa força e fraqueza, a torcida presente no estádio. Conseguimos.

Não bastasse a ansiedade natural antes do jogo da estreia, conseguimos suportar pacientemente uma experiência desconfortável de ficar atrás no placar por cerca de dezoito longos minutos quando veio o épico gol de Neymar no cantinho do goleiro Pletikosa. Mesmo a bola tocando na trave, conseguimos.

A virada foi radiante. Oscar, que fez uma partida impecável, lança a bola para Fred dentro da área e sofre o pênalti meio polêmico. Neymar bate, mas a bola resvala nas mãos de Pletikosa, que não impede o gol da virada. Conseguimos.

Mas a maior pressão estava por vir. No segundo tempo, um jogo confuso e muito veloz, embalado por uma atuação permissiva do árbitro japonês Yuichi Nishimura, a Croácia sufocava o Brasil sem piedade até aos 45 minutos, quando Oscar parte em contra-ataque com a bola e chuta de bico para aliviar a todos. Conseguimos.

Conseguimos emplacar 3 a 1 em cima da Croácia, o que não diz muito sobre o drama vivido em campo pela seleção brasileira.

Conseguimos vencer os “ics” croatas, Modric, Rakitic, Perisic, Kovasic, Brozovic, Olic, Jelavic, Rebic… Ufa!

Prof. Jackislandy Meira de M. Silva, filósofo.

http://www.twitter.com/filoflorania

Etiquetado , ,

O jogo do quase

Numa semana em que nossos zagueiros Tiago Silva e David Luiz usaram e abusaram as redes sociais para pedir à torcida que fosse ao castelão, estádio do jogo da partida Brasil x México esta tarde, e cantasse o hino abraçada, imaginávamos, pelo pedido, que a seleção viria com tudo para cima do México, apresentando um futebol seguro, criativo e objetivo. Não vimos isso.

Sobrou, de novo, emoção no hino; faltou bom futebol à seleção.

Vimos uma seleção do quase, chegando ao quase com um jogo do quase.

Não era bem isso que esperávamos contra o México, pois vínhamos de uma vitória brilhante na Copa das Confederações ano passado, onde não ficamos no quase, porém ganhamos de 2 a 0.

Vimos um jogo franco de ambos os lados. As duas seleções não temiam atacar, mas não abriam mão de se defenderem muito bem.

A seleção brasileira quase faz o gol em duas oportunidades, em duas cabeçadas impressionantes; uma no primeiro tempo com Neymar; e outra com Tiago Silva a queima roupa no segundo tempo.

Tivemos outras chances de vencer o quase, mas elas pararam nas mãos do goleiro Ochoa da seleção mexicana.

Por falar em Ochoa, este sim foi um verdadeiro protagonista no empate de 0 a 0 entre Brasil e México, suas defesas davam confiança à equipe e empolgavam a pequena torcida mexicana no estádio.

O futebol mexicano fluía tão bem em campo que sua torcida conseguia concorrer com a nossa, apesar da imensa diferença numérica.

Num jogo em que o gol ficou no quase, não é de estranhar que o destaque tenha sido a defesa das duas equipes, fora os chutes de longa distância dos ousados e habilidosos mexicanos.

É fato que saímos deste jogo com uma sensação de derrota, mas as expectativas são otimistas em relação ao que vem pela frente, Camarões, quase não vem à Copa, quase renuncia a participar desta competição.

Quanto aos pedidos feitos pela zaga brasileira esta semana na intenção de motivar o grupo, não caem bem quando a seleção joga mal. Agora é a nossa vez de pedir, quem sabe, um futebol melhor e mais criativo; deixe-nos torcer espontaneamente.

Talvez assim não fiquemos temerosos a um quase nesta competição.

Engraçado, Hulk quase jogou, a seleção também. À parte o hino, a torcida quase torceu.

Prof. Jackislandy Meira de M. Silva, filósofo.

http://www.twitter.com/filoflorania

Etiquetado , , ,

“Chuva” de emoções

Brasil e Chile protagonizaram neste sábado 28/06 o primeiro jogo das oitavas de final rumo ao sonhado título. Mais do que um futebol bem jogado com trabalho de bola pelo meio-campo, vimos um punhado de passes errados com bolas lançadas diretamente da zaga ao ataque. Bem, esse foi o futebol da seleção brasileira.

A seleção chilena parecia muito mais consciente em campo; além de parar, catimbar, bem o ritmo do jogo, assistimos a um passeio de atenção, raça e desejo de vencer da equipe chilena.

Para nós, brasileiros, o jogo podia ter sido simples e fácil, pois, logo no início do jogo, num escanteio cobrado por Neymar, a bola bate involuntariamente no pé do defensor chileno e entra com a participação de David Luiz. Não vi gol de David, mas a FIFA viu e computou o gol na conta do zagueiro David Luiz.

Ainda antes de terminar o primeiro tempo, perdemos totalmente o controle do jogo e daí até ao seu final, que não foram só 90min, mas 120min fora os dramáticos pênaltis. O vacilo da seleção brasileira se deu, como falei, ainda no primeiro tempo por causa de um lateral malfeito e numa roubada de bola pelos atacantes do Chile que aproveitaram a oportunidade com Alexis Sanchéz para empatar o jogo.

Obviamente, o ponto alto desse jogo foi o gol contra a favor da nossa seleção, mas não poderíamos deixar passar as duas falhas do juiz; não deu um pênalti em cima do Hulk no primeiro tempo e anulou equivocadamente um gol maravilhoso do Hulk no qual mata a bola no ombro e faz um golaço; o bandeirinha da partida entendeu que a bola pegou no braço.

A partida inteirinha foi muito dramática, não deixando nada a desejar aos antigos espetáculos da tragédia grega. Com requintes de oração e súplica aos céus feitos por nossos jogadores a cada intervalo de jogo, inclusive na alternância dos pênaltis, fomos cobertos por uma experiência inesquecível no futebol, uma vitória nos pênaltis, em pleno Mineirão.

Definitivamente, o personagem do jogo foi Júlio César. Esbanjando confiança, defendeu como ninguém três bolas importantíssimas; uma no segundo tempo cara-a-cara e outras duas nos pênaltis contribuindo para a dramática vitória brasileira.

Os nossos jogadores transpareceram, nos 120min mais os pênaltis, estar molhados, suados até, de bênçãos, de emoções. Vimos uma “chuva” de emoções, mas, fica a dica, será necessário jogar muito mais e errar cada vez menos.


Prof. Jackislandy Meira de M. Silva, filósofo

http://www.twitter.com/filoflorania

Etiquetado , , ,
Parafraseando-me

Meu fazer e refazer constantes

Didáctica de la Filosofía

Enseñanza de la filosofía

Filosofia Crítica

"Levar a filosofia às pessoas, levar as pessoas a filosofar." tiomas@yahoo.com

Clube Literário do Porto

Um lugar onde a Cultura acontece

Poesias, frases e textos

Melhores poesias, frases, crônicas, textos e música

Da Literatura

Um blog sobre livros e amor pela leitura

O Meio e o Si

Seu blog de variedades, do trivial ao existencial.

ZÉducando

Educação, Tecnologia, Reflexão e Humor: combate ao "não-pensantismo" *

aultimaestrofe

Just another WordPress.com weblog

φρόνησις

"Filosofar é aprender a morrer". Montaigne

Luciano Ezequiel Kaminski

Textos sobre Filosofia e Sociologia

OUSE SABER! BLOG DO PROFº MARCOS FABIO A. NICOLAU

O blog visa disponibilizar material didático on line das atividades docentes no semestre [aulas, cursos, oficinas, grupos de pesquisa], assim como minha produção acadêmica [publicações, artigos, comunicações e palestras]

kely Brenzan

Esta é a pagina e blog a da autora